Desde a nossa fundação baseamos nossas ações em fudamentos cristãos e não religiosos, somos uma instituição de ação social e cremos que através de nossos atos solidários poderemos além de nos tornarmos pessoas melhores, estaremos amenizando o sofrimento de milhares de pessoas lançadas a própria sorte.

Somos incansáveis no trabalho solidário no intuíto de que podemos ter uma sociedade mais justa, mais solidária e que podemos contribuir significativamente para diminuir as desigualdades sociais, acreditamos piamente que existe o poder de DEUS regendo todas as nossas ações e que todo ser humano deveria deixar o seu lado solidário falar mais alto.

Cremos que a solidariedade é uma arte, a arte da conquista de uma relação social autêntica, que permite o desenvolvimento do potencial humano e dele dependem. È uma abertura de horizontes no caminho, não é o caminho todo, não é um produto, mas um processo. O mistério deste processo, entretanto, apresenta-se inteligível para os envolvidos, embora não seja racionalizável. Exige uma inteligência diferente, pessoal, emocional, aberta à intuição, ao sentimento e à percepção. A solidariedade, assim concebida, é pré-condição para que nos tornemos seres humanos melhores.

Ser solidário é nunca esperar recompensa ou agradecimento pelo ATO em si, as vezês ajudamos pessoas que nem sequer conhecemos ou averíamos de conhecer, mas ao vermos a alegria de uma criança, um sorriso no rosto de uma pessoa sofrida pelos infortúnios da vida ou até mesmo as lagrimas de felicidade de uma pessoa que acabou de receber nosso ato de solidariedade, isto sim, vale mais do que muitos obrigados. Cada um de nós tem seu ritmo próprio no desenvolvimento desta arte, porque somos condicionados a pensar primeiro em nosso bem- estar e depois nos das outras pessoas, nem sempre somos incapazes de solidariedade por falta de percepção aguda, ou de sentimentos nobres ou de discernimento lógico.

Geralmente ocorre uma combinação destas carências, de modo que precisamos todos compreender a necessidade não só de aprender a arte de ser solidário, mas também a necessidade social de estimular o aprendizado de outrem. Ou seja, a solidariedade, sendo um processo de libertação social, de autoconhecimento coletivo, não é qualidade que se tem ou não se tem, mas que se aprende e se ensina partindo das mais variadas condições sociais, dos mais variados ambientes ou condições.

 

Custódio Cesário neves - Presidente PROJETO SOLIDÁRIO

“É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência social e comunitária.” (art. 4º do ECA).